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ORVYN: beyond Orbit.ORVYN: beyond Orbit.
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Há uma pergunta que nos ocorre quando olhamos para a comunicação de algumas marcas: se trocássemos os logótipos, alguém dava pela diferença?
Vemos as mesmas referências, as mesmas expressões, as mesmas promessas. Empresas com histórias e pessoas diferentes acabam por se apresentar de uma forma muito parecida. Foi esta perda de identidade que nos levou a criar a ORVYN.
A ideia de marcas fora de órbita parte daqui. De questionar os percursos que se repetem e procurar aquilo que cada marca tem de seu. De lhe dar espaço para assumir uma personalidade e encontrar uma maneira de comunicar que faça sentido para o seu negócio e para as pessoas a quem se dirige.
Uma órbita própria. É este o sentido que damos à ORVYN.
A associação entre orbit e own traduz esta ideia: uma marca com um caminho que lhe pertence. O universo espacial da nossa identidade dá forma à curiosidade, à exploração e à ambição que trazemos para o trabalho. A nave faz parte desta linguagem e da vontade de ir mais longe que colocámos na nossa assinatura: Brands beyond Orbit.
Para nós, esta ambição implica trabalho muito concreto.
Antes de apresentar uma ideia, precisamos de conhecer a marca. Perceber como começou, o que mudou pelo caminho, o que quer alcançar e, principalmente, com quem precisa de falar. Conversamos muito com os nossos clientes porque há coisas que só percebemos quando fazemos mais uma pergunta e ouvimos realmente a resposta.
Uma das perguntas que fazemos é: se a tua marca fosse uma pessoa, quem seria?
No caso da ORVYN, sabemos responder. Seria irreverente, sem papas na língua, muito profissional e exigente. Daquelas pessoas que se envolvem, que dizem o que pensam e explicam porquê. Que aceitam um desafio sabendo que vão ter de trabalhar para encontrar a solução.
É esta personalidade que está presente na nossa comunicação e, sobretudo, na experiência de trabalhar connosco.
Quando achamos que uma ideia não vai funcionar, dizemo-lo. Quando precisamos de compreender melhor um negócio, perguntamos. E quando uma proposta nos agrada visualmente, também temos de conseguir explicar o que a liga à marca. O nosso próprio gosto está sujeito a esta exigência.
A ORVYN é feita de pessoas. Pessoas que pensam, discutem, criam, revêem e voltam a tentar. Temos uma capacidade de trabalho enorme e levamos a sério aquilo que assumimos. Somos exigentes connosco, com a equipa e com os nossos clientes, porque todos participamos no resultado.
O caminho nem sempre é fácil. Há tempo, dedicação e muitas pestanas queimadas entre uma primeira conversa e um trabalho de que nos orgulhamos. Esta parte também pertence à nossa identidade, mesmo que não apareça na imagem final.
A ORVYN reúne esta combinação de irreverência, capacidade e rigor. A nave desperta curiosidade; no trabalho, demonstramos o pensamento e a exigência que estão por trás dela.
É isto que fazemos com cada marca que nos procura: perceber o que tem de seu e ajudá-la a assumir esse lugar com clareza e personalidade. A começar pela nossa.
Há uma pergunta que nos ocorre quando olhamos para a comunicação de algumas marcas: se trocássemos os logótipos, alguém dava pela diferença?
Vemos as mesmas referências, as mesmas expressões, as mesmas promessas. Empresas com histórias e pessoas diferentes acabam por se apresentar de uma forma muito parecida. Foi esta perda de identidade que nos levou a criar a ORVYN.
A ideia de marcas fora de órbita parte daqui. De questionar os percursos que se repetem e procurar aquilo que cada marca tem de seu. De lhe dar espaço para assumir uma personalidade e encontrar uma maneira de comunicar que faça sentido para o seu negócio e para as pessoas a quem se dirige.
Uma órbita própria. É este o sentido que damos à ORVYN.
A associação entre orbit e own traduz esta ideia: uma marca com um caminho que lhe pertence. O universo espacial da nossa identidade dá forma à curiosidade, à exploração e à ambição que trazemos para o trabalho. A nave faz parte desta linguagem e da vontade de ir mais longe que colocámos na nossa assinatura: Brands beyond Orbit.
Para nós, esta ambição implica trabalho muito concreto.
Antes de apresentar uma ideia, precisamos de conhecer a marca. Perceber como começou, o que mudou pelo caminho, o que quer alcançar e, principalmente, com quem precisa de falar. Conversamos muito com os nossos clientes porque há coisas que só percebemos quando fazemos mais uma pergunta e ouvimos realmente a resposta.
Uma das perguntas que fazemos é: se a tua marca fosse uma pessoa, quem seria?
No caso da ORVYN, sabemos responder. Seria irreverente, sem papas na língua, muito profissional e exigente. Daquelas pessoas que se envolvem, que dizem o que pensam e explicam porquê. Que aceitam um desafio sabendo que vão ter de trabalhar para encontrar a solução.
É esta personalidade que está presente na nossa comunicação e, sobretudo, na experiência de trabalhar connosco.
Quando achamos que uma ideia não vai funcionar, dizemo-lo. Quando precisamos de compreender melhor um negócio, perguntamos. E quando uma proposta nos agrada visualmente, também temos de conseguir explicar o que a liga à marca. O nosso próprio gosto está sujeito a esta exigência.
A ORVYN é feita de pessoas. Pessoas que pensam, discutem, criam, revêem e voltam a tentar. Temos uma capacidade de trabalho enorme e levamos a sério aquilo que assumimos. Somos exigentes connosco, com a equipa e com os nossos clientes, porque todos participamos no resultado.
O caminho nem sempre é fácil. Há tempo, dedicação e muitas pestanas queimadas entre uma primeira conversa e um trabalho de que nos orgulhamos. Esta parte também pertence à nossa identidade, mesmo que não apareça na imagem final.
A ORVYN reúne esta combinação de irreverência, capacidade e rigor. A nave desperta curiosidade; no trabalho, demonstramos o pensamento e a exigência que estão por trás dela.
É isto que fazemos com cada marca que nos procura: perceber o que tem de seu e ajudá-la a assumir esse lugar com clareza e personalidade. A começar pela nossa.